domingo, março 08, 2009

ela pôs-lhe as malas à porta. ele era tão preguiçoso que saiu pela janela.

o romântico militar

terminava o telefonema dizendo lover and out.

desculpem, isto já passa.

diz uma mosca para a outra: «ah, filha duma granda pupa!»

sábado, março 07, 2009

não tenho talento para nada. a não ser para a auto-depreciação.

«Procrastination is the art of keeping up with yesterday.»
[George Carlin]

sexta-feira, março 06, 2009

o meu lado conservador (reprise)

e quando digo água das pedras quero mesmo dizer água das pedras. sem modernices de vidago nem sabores.

o meu lado conservador

continuo a dizer «carrefour de telheiras».

now i wanna be your dog

não sou de me queixar, mas há dias piores que os dias maus. e os dias passam, no adia-adia da vida. e um gajo, coiso. vê os dias passar, passarinho, pasarão. no pasarán. e um gajo resiste. e um gajo desiste. não há assim grande diferença. e mesmo que haja ninguém nota. ninguém vê, ninguém repara o que está estragado. cheira mal que fede, confunde-se com lixo e porta fora. fechada à chave. sem fendas, não te ofendas. ou ofende, tanto faz. ninguém faz nada. nunca ninguém faz nada, são uns malandros. como o arroz. todo, que a fome aperta. e um gajo, coiso. arrasta-se no pára-arranca, que consome o gasóleo da vida. queria ser um cão, só para te poder mijar nas rodas do carro. mas nem cão sou, e só rastejo. mas um gajo, coiso. lá sorri, como está passou bem. vai-se andando, diz que chove. e um gajo, coiso.




quinta-feira, março 05, 2009

entretanto fiz uma chamada internacional. o post anterior fica sem efeito.

nem tudo são más notícias

para compensar, o saldo no telemóvel é superior ao saldo da conta bancária.

terça-feira, março 03, 2009

tu, môr.

humor refrescante: escorregar numa casca de banana e cair numa piscina. um tipo de humor muito praticado no final dos anos oitenta pela equipa de almada nos jogos sem fronteiras.

humor inteligente: o einstein escorrega numa casca de banana. muitas vezes incompreendido, não requer explicação para pessoas inteligentes.

humor negro: o nino vieira escorrega numa casca de banana. humor muitas vezes confundido como sendo de mau gosto e racista, mas não tem nada de racista.

humor ácido: escorregar numa casca de banana e cair de cara num frasco de ácido sulfúrico. um tipo de humor muito apreciado no sul de itália e pelo mickey rourke.

humor físico: o eisntein a escorregar numa casca de banana. há quem não considere isto como humor físico, mas é tudo muito relativo.

da estupidez enquanto argumentário

aquando do referendo sobre o aborto, chegou a insinuar-se que só as mulheres deviam votar, porque os homens não têm nada a ver com isso. sobre o casamento entre pessoas de sexo não oposto, chega a parecer que é preciso ser maricas - ou bispo - para opinar. pelo menos é recorrente o incompreensível (para mim, ok) argumento do «eu até tenho amigos gays». «até», vejam lá bem como sou tolerante. é só para avisar que, se quiserem falar comigo sobre eutanásia, é favor falecerem primeiro.

o principal problema do país é a quantidade de pessoas que chama papel celofane à película aderente.

quinta-feira, fevereiro 26, 2009

era tão inteligente que todas as suas notas mentais eram de vinte valores.

amava-a tanto que só se vinha na cara das outras.

saiu para comprar tabaco e só voltou cinco minutos depois.

mentia com todos os dentes que tinha na boca. porém, quando tirava a placa, dizia toda a verdade.

sim, taxe.

no início era o verbo. mais tarde apareceu um sujeito. por fim chegou a mulher, complicou tudo e inventou a gramática.

chegava sempre tão atrasado que só brincava à quarta-feira de cinzas.

quinta-feira, fevereiro 19, 2009

quarta-feira, fevereiro 18, 2009

há umas semanas escrevi isto e enviei para a minguante. como boa revista que é, a minguante não publicou esta treta.


baltazar tinha tanto azar na vida como no nome.

em jovem sonhava ser futebolista. entrou em campo com o pé direito. saiu lesionado.

mais tarde quis ser actor. os colegas desejavam-lhe muita merda, mas sempre depois da actuação.

estava tão convencido do azar com que tinha sido baptizado que se suicidou naquela quinta-feira 12.

prémio: ai que o próximo é o último.

os coldplay são o herberto hélder da música.

terça-feira, fevereiro 17, 2009

em linha rectal

hemorróidas are really pain in the ass.

dirigiu-se aos perdidos & achados da estação e disse que tinha perdido o comboio.

hora tonta

aquilo devia chamar-se segunda não-circular.

um dia perceberemos que, na verdade, isto é tudo a fingir.

sábado, fevereiro 14, 2009

especial dia dos coisos

segunda-feira, fevereiro 09, 2009

diálogo verídico que eu acabei de inventar

- o que é que estás a fazer?
- a ler.
- sim, mas o que é que estás a ler?
- a ler.
- 'tá bem, mas estás a ler o quê?
- a ler.
- não sejas pateta, pá. estás a ler o quê?
- a ler. a revista.
- sim, mas que revista?
- a ler.
- oh, vai-te foder.
- também não é preciso seres ordinário.

domingo, fevereiro 08, 2009

o que também faria sentido para enfrentar a crise

tresleio sempre aquilo do bloco de esquerda como: juntar forcas.

sábado, fevereiro 07, 2009

RT

se o casablanca fosse um filme porno:

«toca-te outra vez, sam.»

road show

a relação dos portugueses com os piscas é igual à relação dos portugueses com os preservativos. sabemos onde estão, podem evitar acidentes, mas quase ninguém os usa.

adivinha quem voltou

só para avisar os mais incautos (que os há - oh!, se os há) que o enorme José Bandeira publicou mais aventuras do Rufino. o mais incrível é não ser preciso pagar para ler coisas destas:

"Rufino tentou o solipsismo, mas as outras pessoas não paravam de existir."

sim, por incrível que pareça, ainda me vou dando ao luxo de respirar.

ainda - e sempre - as lágrimas do federer

não obstante o já natural delay, tentei em vão servir uns quantos clichés metaforizados ao longo de outras tantas linhas, em género de passing-post sobre as (ainda e eternas) lágrimas do federer. com indisfarçável embaraço nem cheguei ao tie-break e apaguei isto tudo.

cheguei a ter aqui escrito no lugar da presente, uma frase a tentar provar que as lágrimas do federer - imaginem a piroseira - eram as lágrimas de um pirata que, sentado na costa, vê o barco conquistado afundar-se ao longe, em alto mar. umas lágrimas de impotência perante o irreversível.

no wimbledon de 2007, federer despediu o discurso de vitória com um premonitório e certeiro «before rafa takes it all». federer conquistou o barco antes do previsto e agora vê o tempo a escapar-lhe. lei da cruel vida para um pré-reformado; requintes de injusta malvadez aos vinte e sete escassos anos. federer é um homem claramente aborrecido. sem barcos para conquistar foi passear para a praia. agora, as nuvens negras carregam a imagem de um rafa taking it all e desenham a sombra de um sampras inatingível. o alto mar, visto da costa, é um lugar inacessível. federer é um homem claramente aborrecido. como é que federer resume isto tudo? com um simples, e certeiro, claro: «this is killing me», australia 2009. federer é um homem aborrecido. com a vitória, com a derrota, com o jogo. com a vida. ganhará jogos (quiçá finais) a nadal. ganhará grands slams. acabará por bater baterá o record de sampras com a naturalidade de sempre. (record esse que será depois batido - ou mesmo posteriormente pulverizado - por nadal; outra conversa). nem que seja ao ritmo de um grand slam por biénio, federer fará isso tudo, é certo. mas há algo do federer que conhecemos que morreu na australia, melbourne, 2009. as lágrimas do federer são as lágrimas de um génio. ele viu, muito antes de nós, ali, a sua morte. e sentiu-a. e chorou-a. agora está morto e ninguém espera que o pirata morto vá navegar de novo. mas também ninguém espera que um pirata se chame federer.

segunda-feira, fevereiro 02, 2009

domingo, fevereiro 01, 2009



uma coisa é certa: o problema é não sabermos qual.

quarta-feira, janeiro 28, 2009

obama

sim, o mundo começa lentamente a mudar. eu cortei o cabelo.

terça-feira, janeiro 27, 2009

o pós-modernismo não existe. o pós-modernismo foi inventado pelos pós-modernistas.

pó. pó de gesso, pó de talco, porte pago, pó d'arroz, pó lifónico, pó-pó, poste, popota, póstumo, poligâmico, pórompompom, pólvora, pote, pó dos livros, pós modernos, pó de ser, pós traumático, pórompompero, posta de pescada, pólicarpo, porta, pólipo, pobre, porcos e maus, pommes frites, podes crer. ainda falta limpar tanto pó. pó caralho.

um inglês, um francês e um português entram num bar. fim da história.

segunda-feira, janeiro 26, 2009

sobrevalorizadas

suspeitas de pagamentos de luvas de milhares de euros. deve ser por isso que as avós oferecem meias.

exame de condução

antes de qualquer mudança, vem sempre um ponto morto.

lição de condução (iv)

são sempre os outros que têm prioridade.

lição de condução (iii)

a vida é uma passagem de nível. sem guarda. no fundo a vida é um jogo do super mário.

lição de condução (ii)

o sentido da vida é sempre proibido.

lição de condução (i)

a vida circula sempre em excesso de velocidade.

conto (a)variado

o menino fernando mendes nasceu e três cozinheiros magos foram preparar-lhe a primeira refeição. para encontrarem o caminho, uma vez que ainda não havia gps, seguiram a estrela michelin.

(não cont.)

o chefe de culinária realizador

o seu sonho era fazer um filme em película aderente.

silogismo

logo, a lixeira é a árvore que dá lixo.

o pirata manda

get a rum.

o dante na tasca

escreveria the vine comedy.

é reconfortante saber que o álcool em coimbra continua bom

e, antes que me esqueça, um abraço ao miguel cardina.

apesar de tudo

apesar de tudo, continuo vivo. o meu computador é que não.

terça-feira, janeiro 13, 2009

adolescência sofrível, passe o pleonasmo.

fui o alvo dos teus raios
te partam, em cheio,
parece impossível.
fui caindo no vazio
de uma rima previsível,
puta que pariu.

fizeste promessas, mentiras,
nem tiras nem pões
as mãos no fogo, lento,
futuras traições.

eu quero, mas não sei se devo.
e entre o deve e o haver,
o leve e o lazer.

agora foges, ó topete
debaixo dos pés, pelas mãos
que apertam
o nó na garganta.
afunda a cruz ao fundo do túnel,
carreguei, não vi a sacra
mas o calendário não engana
e todos os dias
são sexta-feira santa.

(que pouco dura a emoção,
tão pouco cura o coração.)

eu quis fintar a saudade
mas nunca fui bom no um p'ra um.
depois da bonança, tempestade
e o jogo adiado, ad eternum.

ainda quero, mas não sei se devo.
e entre o deve e o haver,
o breve e o prazer.

a vida é só isto
e pouco mais nada:
afago as mágoas
num copo de tinto.
absinto muito
e glórias passadas
a ferro, mortas,
sepultadas
e fósseis,
elos perdidos
a meio do caminho,
uma espécie de jogo já extinto.
(lembras-te?)

entre uma casa
comigo, imberbes, petizes,
ficávamos no meio da rua
da amargura, e felizes.

hoje quero, mas sei que não devo.
e entre o deve e o a ver,
que breve é o prazer.

e ora eu, ora tu
muitos oras depois,
eu roma e tu atenas.
o eterno jogo: ódio-amor.
dois para dois,
balizas pequenas.

segunda-feira, janeiro 12, 2009

p'ra queijinho

em clicando, o verso do cartão.

o título já está, só falta o livro.

desabaforismos.

o problema

é um gajo estar em recessão de fodas.

(no entanto, quanto mais tempo em recessão, mais cresce o produto interno bruto).

frases que infelizmente um dia vamos esquecer

"resolvo isto na playstation"
[jorge jesus *]
(mas para grande pena nossa, o braga não vem na playstation)

sexta-feira, janeiro 09, 2009

até hoje

ao sétimo dia descansou. ao oitavo ninguém sabe, mas o mais provável é ter metido baixa.

notícia: o frio em janeiro é notícia.

quinta-feira, janeiro 08, 2009

tempo-espaço

a juventude estava perdida. como não sabia fazer mais nada, limitou-se a envelhecer.

versão tecnológica:
a juventude estava perdida. entretanto apareceu o gps.

euri,bora.

pior do que ser uma geração sem causas é caminhar para uma geração sem casas.

quarta-feira, janeiro 07, 2009

há quem defenda que quando conhecemos alguém as primeiras impressões são muito importantes. concordo. principalmente se o tinteiro estiver quase no fim.

reproblemas

o seu grande projecto para o ano novo era o suicídio. felizmente tinha o hábito de deixar tudo a meio.

há quem considere nojento usar os mesmos boxers dois dias seguidos. a estas pessoas estranhas, uma questão: se o dia tivesse 48 horas, trocavam de boxers a meio do dia?

deolinda

não gosto de balanços. tenho queda para o desequilíbrio. mas queria só deixar claro que foi em 2008 que saiu isto:

quem tem medo da recessão?

descobri há pouco tempo que a recessão não passa de uns míseros dois trimestres seguidos a ter menos dinheiro do que no semestre anterior. não compreendo tanto escândalo. dois trimestres seguidos a ter cada vez menos dinheiro? pff, grande coisa. relaxai, não custa nada.

terça-feira, janeiro 06, 2009

remake a reboque do rebater dos sinos

o mundo seria muito melhor se aquilo fosse a faixa de ganza.

segunda-feira, janeiro 05, 2009

do mérito

não fui eu que inventei mas fui o primeiro a plagiar.

lição de geografia pós-moderna

paris-dakar na argentina/chile.

era uma vez uma ironia tão fina, tão fina, que.

o autarca que não mandava construir rotundas

era um nome incontornável da política portuguesa.

faria muito mais sentido em portugal um museu nacional do ultraje.

scrabble

uma árvore pequena não dá frutos, mas uma grande medra.

quis beber um vodka puro mas só serviam com sumo, obrigatório.

estratégia de marketing

escrever um livro em inglês (ou assim) só para depois pedir ao vasco graça moura para o traduzir.

nunca percebi

toda a gente diz que dispensa apresentações. mas a seguir apresentam-no sempre.

2009 não é um ano novo. é um ano velho, só que ainda não foi usado.

a passagem dano explicada à crianças

milhares de pessoas embriagam-se só porque a meia-noite coincide com mudança de dígito no calendário e, no reason why, prometem deixar de fumar e ir mais vezes ao ginásio. a ressaca dura um dia ou dois. as promessas, uma semana.

ânimo.

2008 foi só um ano mau. mas ânimo, que 2009 só tende a piorar.

já estou melhor, obrigado.

quarta-feira, dezembro 17, 2008

situação / problema

situação: imaginemos que o joão tem um disco externo. e que no disco externo do joão estão coisas muito importantes para o joão (e também a fórmula da coca-cola). sempre que o joão tenta ligar o disco externo do joão a um computador, o computador diz ao joão que o disco externo do joão vai ser formatado, interrogando o joão sobre o desejo de continuar, numa pergunta de sim ou não. o joão desconfia que se disser sim, as coisas importantes para o joão (e os planos para a bomba nuclear) vão para o - termo técnico - caralho.

problema: como é que o joão pode salvar as coisas importantes para o joão antes de formatar o disco externo do joão, sem que para isso tenha que pagar 40€ (adiantados e sem garantia de resultados) aos indivíduos da fnac?


o joão agradece antecipadamente as eventuais respostas e, apesar de pouco credível, o joão promete que paga uma cerveja a quem resolver o problema do joão.

sábado, dezembro 13, 2008

até p'ró ano.

sexta-feira, dezembro 12, 2008

estranhamente nunca ouvi ninguém dizer cinco euros de natal.
um conto, na moeda antiga.

quinta-feira, dezembro 11, 2008

fruta d'época

jói to the world

terça-feira, dezembro 09, 2008

diz o gestor ambicioso

o ceo é o limite.

'tá tudo molusco

o polvo unido revoltou-se contra o presidente lula que se viu obrigado a mandar intervir a polícia de choco.

sexta-feira, dezembro 05, 2008

conto de embalar (em embalagem pequena)

«espelho meu, espelho meu,
há alguém mais bonito do que eu?»
o espelho partiu-se
e a princesa morreu.

também tem oliveiras e fica para os lados de belém

há quem assegure que cristo passava horas na esplanada do ccb.

quinta-feira, dezembro 04, 2008

nefrónio ao quadrado

era tão bom a matemática que até resolvia os cálculos renais.

quarta-feira, dezembro 03, 2008

obra post-uma

mais uma vez deparava-me com uma situação em que a minha vida se encontrava desprovida de sentido. segundo a minha experiência, uma vida desprovida de sentido, não sendo condição sine qua non para a efectivação do acto suicidário, exponencia o grau de ideação suicida, elevando-o a índices não desprezíveis. pelo menos da primeira vez que me suicidei a minha vida também se encontrava desprovida de sentido. da terceira vez que me suicidei, curiosamente, também. já da segunda vez que cometi suicídio o móbil foi uma dívida contraída no jogo ilegal. não obstante, 66,66667% das vezes em que autoinfligi a cessação da vida, esta - a vida - encontrava-se desprovida de sentido. eu, perspicaz como poucos apesar de toldado pela emoção do momento (não substimemos; o suicídio, embora no meu caso se venha a transformar em corriqueiro, não é empresa que se encare de ânimo leve. parecendo que não, pode aleijar.), logo me dispus a encontrar uma relação fortíssima entre a falta de sentido da vida e a vontade de lhe pôr termo recorrendo a método autoinduzido. e, mais uma vez, foi isso que aconteceu. suicidei-me pela quarta vez num quarto de hotel, não sem antes pagar a pernoita de modo a diminuir o sentimento de culpa pela responsabilidade da limpeza extra a que a secção de higiene se veria obrigada na manhã seguinte. pergunto-me quando parará este hábito - creio que não lhe poderemos ainda chamar de vício, mas lá chegaremos - de me suicidar por tudo e por nada. o facto de não vermos o sentido da vida não significa que o sentido não ande por lá perdido; poderá ser apenas sintoma de um elevado grau de miopia, facilmente corrigível por meio de lentes progressivas. e é essa a razão do meu medo. não temo o dia do julgamento em que, sem qualquer hesitação, me declararei culpado, mas no dia em que o sentido da vida me aparecer diante dos olhos (ou na segunda gaveta da mesa de cabeceira a contar de cima, onde costumam aparecer as coisas que julgava perdidas), peço desculpa se deixo alguém à espera para jantar mas não quero cá estar. é que uma vida sem sentido é uma coisa demasiado bonita para se deixar estragar.

salgadas escrituras

quem nunca atirou uma pedra, que caia no primeiro pecado.

apaguei um post disto. sim, contava apenas com breves minutos de vida (o ex-post, não eu), é certo, mas a verdade é que nunca tinha apagado um post disto, perdoe-se-me a emoção. onde é que isto vai parar? não sei. mas um dia destes perco a cabeça e, em descobrindo como se faz, agendo um post.