i wanna be forever neil young
hey hey, my my.
everybody knows this is nowhere,
and i came here to die.
segunda-feira, maio 18, 2009
chorus
sexta-feira, maio 15, 2009
quinta-feira, maio 14, 2009
incontinente
quarta-feira, maio 13, 2009
tuned in
«ai, o que ficava aqui bem agora eram umas luzes e uns brilhantes.»
via sacra
* aliás, coincidi com vários grupos de peregrinos numa bomba de gasolina onde parei para - adivinharam - tomar café. perguntei se queriam boleia. não quiseram. mas rimos muito. espero que tenham chegado bem e que não tenha chovido, porque o pavio molhado não deve fazer o mesmo efeito.
love is the hard way
ela detesta quando ele vem com falinhos mansos.
darwin não explica isto
sábado, maio 09, 2009
i drink
«fish swim
birds fly
daddies yell
mamas cry
old men
sit and think
i drink.»
psiconálise
foi ao psicólogo e expôs-lhe os seus medos. ele olhou para ela e pensou: «fobia-te toda.»
back to basics
ela disse: «eu amo-te, caralho.»
e ele sorriu, enternecido, sem perceber a literalidade.
quarta-feira, maio 06, 2009
o filho do borges
terça-feira, maio 05, 2009
segunda-feira, maio 04, 2009
sexta-feira, maio 01, 2009
hip not
- também eu.
- eu ando a tomar lorazepam, e tu?
- quinta de cabriz.
sábado, abril 25, 2009
mas não contem a ninguém
sweet dreams are made of this
ela não gostava de ter sonhos cor-de-rosa porque não tinha nenhum pijama a condizer.
pensar custa
a ternura dos quarenta
não foi para isto que se fez o 25 de abril (iii)
[ou: emma goldman revisitada;
ou: porque não gosto de dançar.]
se eu não puder ter internet, esta não é a minha revolução.
não foi para isto que se fez o 25 de abril
acordar num sábado de manhã com um filha da puta de um berbequim no andar de cima.
quinta-feira, abril 16, 2009
bicho da conta
noite de quinta
para sexta,
tinto para dois
num copo de três.
fomos para o quarto
mais o diabo a sete
no corpo.
contei até despe,
acho que me vinte.
éle um, reload,
noves fora
nada feito.
contas desfeitas
ficaste a zero,
e eu feito num oito.
quarta-feira, abril 15, 2009
transpost público
terça-feira, abril 14, 2009
sofro tanto com estas dúvidas
sábado, abril 11, 2009
eu cá não sou de intrigas, mas este filme é uma obra-prima do caralho.
terça-feira, abril 07, 2009
sometimes everything is wrong
sexta-feira, abril 03, 2009
o erro de einstein
big crunch / big bang [ou: a origem da crise]
contrai-se uma dívida, que se expande até ao infinito.
ex-pediente.
ideia* para nome de encontro de poesia
b(us)ílis
suicide soul*
* dEUS, when she comes down.
textículo
não olhes assim para mim. não tenho culpa. não fiz nada. nunca fiz nada. limito-me a existir. não olhes assim para mim. sou só um texto. estou aqui. limito-me a estar aqui. nem sequer existo. sou só um texto e estou aqui. que faço aqui? que merda de pergunta. e tu, que fazes aqui? também não gostas de perguntas parvas, pois não? eu sou só um texto ridículo e estou aqui. e estou bem aqui, obrigado por perguntares. e, crê-me, ficarei por aqui. pelo menos até tu fazeres scroll down. ainda assim olhas para mim, desconfiado. mas eu não tenho culpa da tua tristeza. sou só um texto, afinal de contas uma história qualquer. uma vida qualquer. a tua. eu sou só um texto. e estou aqui. tu, nem sei. mas que vou eu saber se sou só um texto? um conjunto de letras e pontos finais. mais nada. ok, um ou outro ponto de interrogação, mas foste tu que começaste com essa merda. eu ia chegar ao fim sem te perguntar nada. não olhes assim para mim. não tenho culpa. sou só um texto ridículo e, por estranho que pareça, estou bem aqui.
quinta-feira, abril 02, 2009
só.
quinta-feira, março 19, 2009
suicide notes #1
there's time.
and if there's not
that's all right
too.»
and i can't break the chain
o joão pede-me 6 verdades e 3 mentiras. a m., 16 coisas - dezasseis - aleatórias sobre mim. não conheço dezasseis coisas aleatórias sobre mim e nunca tive jeito para dizer verdades. sou um gajo sem idiossincrasias, o que me impossibilita a resolução eficaz de tamanha empreitada. no entanto, nunca fui ao dentista. não sei se conta.
o andré benjamim já não se lembra, mas, vai para quase um ano, instava-me a enumerar seis canções seis marcantes da minha vida. fica uma, em jeito de resumo.
segunda-feira, março 16, 2009
sexta-feira, março 13, 2009
quinta-feira, março 12, 2009
quarta-feira, março 11, 2009
atenção: pode conter spoilers.
no filme que vi ontem, narrava-se com mestria a história de james. james é um homem apaixonado. james e michelle mantêm uma relação especial para a época (a acção do filme decorre na américa conservadora dos anos setenta). james, apesar dos constrangimentos subsequentes ao preconceito que a sociedade revela perante o homem moderno, não se inibe de mostrar o seu amor por michelle, sua companheira de longa data, várias vezes por dia e em diferentes divisões do seu minúsculo t1. james e michelle surgem aqui como uma personificação de uma classe média baixa, explorada e que, impossibilitada de se exprimir livremente na rua, o tem que fazer no recato do lar. o drama da exploração das mulheres por uma sociedade maioritariamente machista é-nos relatado de uma forma exímia pela personagem de michelle. mulher lutadora que, para garantir a sobrevivência, se vê obrigada a acumular diferentes profissões. michelle é cozinheira durante o dia e enfermeira à noite. ao fim de semana michelle é polícia, numa bonita metáfora premonitória da forma como as mulheres acabariam por integrar um mundo até então reservado aos homens. mas o drama de james não é apenas familiar. james é um operário da canalização que se revolta contra a exploração e subtracção de direitos que o sistema capitalista lhe impõe, e que, com o ímpeto subservivo dos resistentes, não abdica de lutar pelo direito à felicidade e prazer no trabalho. numa destas acções com um fundo metasindicalista, james é obrigado a fazer horas extraordinárias não remuneradas ao domicílio e acaba por se envolver com rebecca, uma atraente secretária a cujos encantos james se viria a render. james regressa mais tarde a casa de rebecca, já em horário de expediente (e dia de folga para ela), e acaba por se envolver de uma forma arrebatadora numa relação extraconjugal. nesta altura o drama interior de james intensifica-se. james é um homem dividido: amargurado pela possível reacção de michelle, mas preenchido no seu espírito aventureiro. é sempre claro que james sente algo por rebecca. james não é indiferente à forma carinhosa com que rebecca grita o seu nome, chegando mesmo a tratá-lo por jimmy. james é, todavia, um homem honesto e revela o seu segredo a michelle. michelle, muher corajosa desde o início, revela-nos mais uma vez uma mentalidade pouco habitual, novamente rompendo com os convénios sociais e não só aceita a relação de james com rebecca, como acaba por partilhar o seu afecto por rebecca, numa arrebatadora cena final que comoveria o charles bronson. é a enternecedora vitória da liberdade, a vitória do amor sobre todas as coisas. não sei se se nota, mas este foi um filme que me tocou muito.
segunda-feira, março 09, 2009
este país não é para velhos (2)
- if i die, tell mom i love her.
- llwelin, your mom is dead.
- well, then i tell her.






