segunda-feira, junho 01, 2009

hang on

conheço um gajo que se suicidou por motivos de forca maior.

round square

conheço um gajo que gosta de números redondos mas no fundo não passa de uma besta quadrada.

mamá-la hoje

oiço sempre: "que perfeito o cu da são..." [*]

champignons league

aproveito para mostrar alguma indignação. coisa pouca. ou cousa poica. nem sei. mas o que se passa começa a atingir contornos lamentáveis. que jornalistas e comentadores revelem publicamente a sua (deles, isto não é consigo, caro amigo, não se preocupe) ignorância é algo a que já nos habituámos. mas quando vejo pessoas que respeito a incorrer na mesma falta, é coisa que me chateia.

o que se passa é o seguinte.

eu sei que aquela equipa que ganhou a liga dos campeões ganhou a liga dos campeões porque pensava que estava a jogar contra o real madrid, pois sei. mas o treinador daquela equipa que ganhou a liga dos campeões responde pelo nome de pep e não - nunca - pepe [pépé, às vezes] guardiola. sim, sou um picuinhas, e isso tudo que vocês quiserem. mas sucede que o pep (josep na grafia registada para efeitos civis) guardiola é das poucas pessoas daquela equipa que ganhou a liga dos campeões que merece respeito. todo. até, e se calhar principalmente, no nome diminutivado, que não diminuído. é que pepes há muitos. mas pep há só um. o guardiola ia para o aquecimento de phones nos ouvidos ao som de música clássica. haja decência nos nomes que lhe chamam. o guardiola escrevia poemas com a bola nos pés e mandava-os com aviso de recepção a mais de quarenta (pfff, quarenta) metros, o cabrão. não se trata assim o nome de um poeta. se é bom treinador não faço ideia, que nunca o vi treinar. mas agora que já lhe tiraram a caneta, continua a ditar poemas, o cabrão. nunca pensei dizer isto na vida mas respeitemos o catalão.

contra minha vontade, vejo-me obrigado a interromper a morte.
pedimos desculpa pelo incómodo. prometemos ser breves.

terça-feira, maio 26, 2009

se perguntarem por mim digam que eu morri. até porque haverá 50% de probabilidades de estarem a dizer a verdade.

i am goodbye

segunda-feira, maio 25, 2009

put that on your pipe and smoke it

perguntaram-me se eu gostava de surf mas, para dizer a verdade, o surf não é bem a minha onda.

greatest hits & run

era uma banda que sempre que tocava as pessoas fugiam. enfim, era uma banda com muito êxodo.

pecado capital

o sexo para mim é como o comunismo. na teoria é muito giro e faz todo o sentido, mas é muito difícil pô-lo em prática.

skip intro

os polícias mantêm as fardas sempre impecavelmente limpas porque uma das suas funções é deter gente.

sou uma pessoa de princípios e, como tal, nunca acabo nada.

domingo, maio 24, 2009

o domingo é um dia ainda mais estúpido quando calha ao sábado.

quinta-feira, maio 21, 2009

código morte

pa bo enten me pala bas.

cooltura

fui à fnac dos ciganos. bons preços. comprei um livro e um filme.

o mau tempo no canal caveira, do vitorino mnésico.
o há lodo no cais do sodré, do hélio à canzana.

half time

será que 333 é o número do diabo anão?

quarta-feira, maio 20, 2009

a vossa vida

não tenho a tua vida é das mais embirrantes expressões que a linguagem podia ter parido. sai-nos em tom de crítica para com essa mesma vida - a tua -, meio tom abaixo de desprezo e desconsideração. no fundo, esconde a mais pura das invejas. queríamos todos ter essa tua vida que não temos. a vida que já foi nossa (ou devia ser nossa) e não o é. passou. e passou-nos a ferros com que nos há-de matar. tivemos vida, noutra vida. e sobrou isto. fomos pequenos, ingénuos e, com alguma sorte, mais ou menos felizes (dependendo do grau de pureza). depois crescemos (ok, esqueçamos o antónio vitorino e a maria vieira) e sobrou isto. esta conversa de encher chouriços fumados faz-me lembrar um filme do altman (acho que é do altman) em que o marcello mastroianni (acho que é o marcello mastroianni) diz à sofia loren (acho que é a sofia loren): «nós eramos comunistas.» e a sofia loren responde: «tu eras comunista; eu tinha catorze anos.» dir-me-ão que tudo isto seria muito fácil de confirmar com meia pesquisa no google, mas eu não tenho a vossa vida.

segunda-feira, maio 18, 2009

chorus

i wanna be forever neil young
hey hey, my my.
everybody knows this is nowhere,
and i came here to die.

e se calhar era mais verdadeiro.

tresleio sempre aquilo como fakebook.

estudo demarcado

a melhor estratégia de marketing de um escritor ainda é falecer.

o pedófilo geek

adorava brincar com as novas tecnologias.

o doente original

passam-lhe coisas pela cabeça que nem o dsm explica.

corte de graça

- o que é que te passou pela cabeça para cortar assim o cabelo?
- a tesoura.

sexta-feira, maio 15, 2009

mystery train

quinta-feira, maio 14, 2009

da estupidez humana

foi para isto que inventaram os blogues

Estão em exposição no Rossio diversos objectos que uma equipa resgatou do Titanic. Mas se um gajo se esquecer do guarda-chuva num cacilheiro nunca mais o vê.

o turco que tentou matar o papa quer ser cidadão português. acho bem, alguém tem que substituir o pepe na selecção.

há quem diga que tenho alguma dificuldade em exprimir-me mas eu acho que coiso.

incontinente

tinha aqui um pseudotexto sobre um gajo que sempre que vai ao hipermercado faz uma entrada de carrinho. e depois metia uma piada pior ainda sobre o bruno alves. mas apaguei tudo antes de publicar este post.

quarta-feira, maio 13, 2009

tuned in

haverá poucas coisas mais maricas do que o tunning. um gajo olha para um carro e pensa:
«ai, o que ficava aqui bem agora eram umas luzes e uns brilhantes.»

a música mais perfeita de sempre desta semana

versão censurada

«ela riu-se e disse baixinho:
estava aqui a cagar.»

dissionário alternativo #8

calvário: substantivo colectivo; grupo de homens carecas.

do plágio

alguém lhes devia explicar que ir a pé a fátima não é assim uma ideia muito peregrina.

via sacra

que fazer a nacional número um de carro é uma aventura todos sabemos. fazer a nacional número um no dia 12 de maio é especialmente divertido e, não obstante, assustador. na nacional número um há um jogo muito giro que é o desvia do buraco (uma espécie de jogos sem fronteiras para amortecedores). a 12 de maio há ainda o desvia do peregrino. o desvia do peregrino faz mal ao desvia do buraco. há que decidir entre um e outro. pessoalmente prefiro os buracos, que sempre fazem menos mal aos olhos. mas neste momentos, o respeito pela vida humana e pelo pára-choques relega a suspensão de um automóvel para segundo plano (cerca de 10 centímetros abaixo do plano normal do asfalto). e um gajo lá se desvia do peregrino. e é neste momento que, por impossibilidade física da nacional número um, o desvia do peregrino se transforma inevitavelmente no acerta no buraco. meus amigos, fiz prestações altíssimas no acerta no buraco. ao nível de um tiger woods ou um rocco siffredi. peregrinos deixei-os todos intactos* (aquilo nos joelhos não fui eu, juro). já as jantes do meu carro, um poço de lacerações a esconder hemorragias internas.



* aliás, coincidi com vários grupos de peregrinos numa bomba de gasolina onde parei para - adivinharam - tomar café. perguntei se queriam boleia. não quiseram. mas rimos muito. espero que tenham chegado bem e que não tenha chovido, porque o pavio molhado não deve fazer o mesmo efeito.

balança, balança.
no fio da navalha
não há quem nos valha.
avança, avança.

love is the hard way

ele detesta quando ela vem com falinhas mansas.
ela detesta quando ele vem com falinhos mansos.

darwin não explica isto

a capa do the god delusion é horrível. quase tão má como a tradução portuguesa.

vida na sargenta

de um modo geral, ao fim e ao cabo, só a vida do soldado faz sentido.

sábado, maio 09, 2009

despedida

sempre que vou, vou com dores de parto.

i drink

«fish swim
birds fly
daddies yell
mamas cry
old men
sit and think
i drink.»


[i drink, mary gauthier. em carregando no play ali ao lado, por enquanto.]

da série: se eu tivesse uma banda chamar-se-ia

os irmãos coen.

psiconálise

foi ao psicólogo e expôs-lhe os seus medos. ele olhou para ela e pensou: «fobia-te toda.»

back to basics

ela disse: «eu amo-te, caralho.»
e ele sorriu, enternecido, sem perceber a literalidade.

e já que aqui estamos, só para dizer que acho que o zé pedro toca sempre a mesma música. o tim é que vai variando a letra, mas o zé pedro toca sempre a mesma.

a minha vida é isto

afinal não.

a minha vida é isto

acho que perdi os óculos.

quarta-feira, maio 06, 2009

o meu objectivo de vida a longo prazo é não ter telemóvel.

durmo com a melancolia pousada na cama
dum quarto com vista para o fracasso.

telefonou-lhe a dizer que tinha saudades dele.
marcaram logo um encontro para as devolver.

a melancolia é o suicídio da alma.

o filho do borges

sempre imaginou que o paraíso será uma espécie de discoteca, em que o porteiro não o deixa entrar porque está mal vestido.

terça-feira, maio 05, 2009

frente & verso

o amor é doce / e eu sou diabético.

escrevia canções de mágoa em dó maior.

segunda-feira, maio 04, 2009

o pessoa escrevia na quarta pessoa do singular.

sexta-feira, maio 01, 2009

hip not

- ando a tomar umas coisas para dormir.
- também eu.
- eu ando a tomar lorazepam, e tu?
- quinta de cabriz.

sábado, abril 25, 2009

isto os dias não são dias. são noites.

mas não contem a ninguém

bem, mais tarde ou mais cedo vocês iam descobrir por isso prefiro que saibam por mim. a verdade é que eu não ando a comer a soraia chaves.

sweet dreams are made of this

ela não gostava de ter sonhos cor-de-rosa porque não tinha nenhum pijama a condizer.

ponto de vista

não tenho insónias. tenho é jet-lag nos olhos.

quis vincar a sua posição com tanta força que, para mudar de opinião, teve que ir à 5 a sec.

pensar custa

se é daquelas pessoas preocupadas com a crise a ponto de comprar um livro com conselhos e dicas sobre como poupar, podia começar por não comprar um daqueles livros com conselhos e dicas sobre como poupar.

se tem medo do escuro, é melhor ir pagando a conta da electricidade.

mais vale um pássaro na mão do que dois a voar. a não ser que sejam duas avestruzes, que ainda é coisa para render uns trocos.

a ternura dos quarenta

aos quarenta voltou a sentir aquele nervoso miudinho no estômago, aquele nó na garganta, aquele palpitar do coração. nunca pensou que fosse possível voltar a estar apaixonado. na verdade, andava só a abusar dos fritos.

25 de abril


sempre, caralho.

não foi para isto que se fez o 25 de abril (iii)

[ou: emma goldman revisitada;
ou: porque não gosto de dançar.]


se eu não puder ter internet, esta não é a minha revolução.

não foi para isto que se fez o 25 de abril (ii)

os delfins a cantar a liberdade do sérgio godinho.

não foi para isto que se fez o 25 de abril

acordar num sábado de manhã com um filha da puta de um berbequim no andar de cima.

que força é essa, amigo?

quinta-feira, abril 16, 2009

bicho da conta

noite de quinta
para sexta,
tinto para dois
num copo de três.
fomos para o quarto
mais o diabo a sete
no corpo.
contei até despe,
acho que me vinte.
éle um, reload,
noves fora
nada feito.
contas desfeitas
ficaste a zero,
e eu feito num oito.

quarta-feira, abril 15, 2009

transpost público

desinspirado, vagueou. à procura do lugar vago que o levasse a casa. mas o lugar não vagou. e ele foi em pé, no autocarro.

e é possível ser otorrino sem ser laringologista?

terça-feira, abril 14, 2009

sofro tanto com estas dúvidas

por que é que os gajos do norte dizem "assim cumo" em vez de "assim como", mas se estiverem a conjugar o verbo comer já não dizem "eu cumo"?

we're on a highway to hell

o jantar na sexta-feira santa foi no rodízio.

sábado, abril 11, 2009

eu cá não sou de intrigas, mas este filme é uma obra-prima do caralho.


«Everything is more complicated than you think. You only see a tenth of what it’s true. There are a million little strings attached to every choice you make. You can destroy your life every time you choose. But maybe you won’t know for twenty years and you never, ever trace it to its source. And you only get one chance to play it out. Just try and figure out your own divorce. And they say there is no fat, but there is. It’s what you create. And even though the world goes on for eons and eons, you are only here for a fraction of a fraction of a second. Most of your time is spent being dead or not yet born. But while alive you wait in vain, wasting years for a phone call, or a letter, or a look from someone or something to make it all right. And it never comes. Or it seems to, but it doesn’t really. So you spend your time in vague regret or vaguer hope that something good will come along. Something to make you feel connected, something to make you feel whole, something to make you feel loved. And the truth is… I feel so angry… And the truth is… I feel so fucking sad. And the truth is, I’ve felt so fucking hurt for so fucking long. And for just as long I’ve been pretending I’m okay, just to get along, just for… I don’t know why. Maybe because no one wants to hear about my misery, because they have their own. Well, fuck everybody. Amen.»

[Synecdoche, New York. Charlie Kaufman, 2008.]

terça-feira, abril 07, 2009

sometimes everything is wrong

o everbody hurts dos rem, na verdade, é sobre um gajo a tentar convencer outro a fazer sexo anal.

a margarida rebelo pinto é uma escritora tão precoce que ainda não sabia escrever e já as pessoas compravam os livros dela.

morning wood

adoro quando ela me acorda a meio da manhã e me faz um brunch.

sexta-feira, abril 03, 2009

o erro de einstein

estava deitado na cama. como não tinha nada que fazer, fui fazendo tempo até adormecer. e se fosse verdade que tempo e espaço são a mesma coisa, teria dormido muito mais à larga.

big crunch / big bang [ou: a origem da crise]

contrai-se uma dívida, que se expande até ao infinito.

alive and kicking

a gravidez, no fundo, é uma tpm de nove meses.

militara

gosto da tua frente de combate,
quero ser o teu pelotão de fuzilamento.

semi esclarecido.

já não mistura alhos com bugalhos, mas continua a confundir salsa com coentros.

rebarba

o carlos queiroz é a pior imitação de sempre do dr. house.

ex-pediente.

como a maioria dos portugueses, também eu só acedo à internet em horário laboral. e isto, meus amigos, é a principal desvantagem de não ter emprego.

call me stupid

nunca leu o moby dick, mas em pequeno viu o free willy.

o neonazi intelectual, passe o paradoxo.

era conhecido como o moleskinehead.

ideia* para nome de encontro de poesia

encontroverso.

*vide comentário um. e reivindicai um exemplar junto de quem de direito.

raramente estou de acordo comigo próprio

e obviamente, desminto-me.

b(us)ílis

se um homofóbico não tolera alguém que, sem o ter escolhido, é homossexual, por que razão hei-de eu tolerar alguém que, após supostamente ter reflectido sobre o assunto, escolheu ser homofóbico?

suicide soul*

é dado assente (e relativamente aceite pela generalidade das pessoas) que, mais tarde ou mais cedo, cometerei suicídio. contudo, não me invejeis. cometeremos todos, mais dia menos noite. na verdade, estamos em processo de suicídio desde o dia em que nascemos. uns com mais sucesso do que outros. isto é como tudo. é a vida. o segredo é não precipitar as coisas. e cá vamos, alegremente respirando.


* dEUS, when she comes down.

textículo

não olhes assim para mim. não tenho culpa. não fiz nada. nunca fiz nada. limito-me a existir. não olhes assim para mim. sou só um texto. estou aqui. limito-me a estar aqui. nem sequer existo. sou só um texto e estou aqui. que faço aqui? que merda de pergunta. e tu, que fazes aqui? também não gostas de perguntas parvas, pois não? eu sou só um texto ridículo e estou aqui. e estou bem aqui, obrigado por perguntares. e, crê-me, ficarei por aqui. pelo menos até tu fazeres scroll down. ainda assim olhas para mim, desconfiado. mas eu não tenho culpa da tua tristeza. sou só um texto, afinal de contas uma história qualquer. uma vida qualquer. a tua. eu sou só um texto. e estou aqui. tu, nem sei. mas que vou eu saber se sou só um texto? um conjunto de letras e pontos finais. mais nada. ok, um ou outro ponto de interrogação, mas foste tu que começaste com essa merda. eu ia chegar ao fim sem te perguntar nada. não olhes assim para mim. não tenho culpa. sou só um texto ridículo e, por estranho que pareça, estou bem aqui.

quinta-feira, abril 02, 2009

só.

que faz um homem só? para começar não devia fazer perguntas mas um homem só não faz o que devia. nada do que um homem faz é o que faz um homem só. nada faz um homem só. um homem só faz o que faz um homem só. um homem só não faz nada. nada faz um homem só. um homem só vive. um homem só bebe. um homem só respira. um homem só não existe. a solidão não faz um homem só. um homem só não faz nada. nada faz um homem só. só um homem faz tudo. que faz um homem só? um homem só faz o que faz um homem só. um homem só. um homem, só. um homem. só. um. só.

quinta-feira, março 19, 2009

suicide notes #1

«drink more beer.
there's time.
and if there's not
that's all right
too.»

[excerto final de how to be a great writer, charles bukowski.]

and i can't break the chain

eo pedro manda-me a corrente da página 161, que alguém já baralhou e voltou a dar a volta. no ido de 2007 tinha dois livros à mão. de semear, que é como quem diz aqui ao pé. hoje não, tenho que ir à estante. o pura anarquia do woody allen não atinge as 161 páginas. estico mais o braço. o calvin & hobbes. seja. quinta frase ou quinta linha? quinta tira. seja. não, quinta fala. há uma tira em branco. a quinta frase aparece na sexta tira e diz o pai do calvin: «para isso vais ter que trabalhar muito.»

o joão pede-me 6 verdades e 3 mentiras. a m., 16 coisas - dezasseis - aleatórias sobre mim. não conheço dezasseis coisas aleatórias sobre mim e nunca tive jeito para dizer verdades. sou um gajo sem idiossincrasias, o que me impossibilita a resolução eficaz de tamanha empreitada. no entanto, nunca fui ao dentista. não sei se conta.

o andré benjamim já não se lembra, mas, vai para quase um ano, instava-me a enumerar seis canções seis marcantes da minha vida. fica uma, em jeito de resumo.


o chefe de culinária grego

gosta que todas as refeições sejam uma feta.

segunda-feira, março 16, 2009

isto não é um classificado

ando há anos à procura de casa.

se a vida te dá limões, caga na limonada e usa-os para diluir a droga.

sexta-feira, março 13, 2009

[pausa]

everybody knows this is nowhere.