quinta-feira, maio 15, 2008

o velho tinha dinheiro, tinha saúde, tinha uma boa família e tinha amigos. os outros sempre lhe perguntaram por que se queixava tanto se tinha uma vida perfeita. o velho sempre lhes respondeu que tinha uma boa vida, mas que a única coisa que caminhava para a perfeição era o tempo do verbo ter.

11 Comments:

sergei said...

isto é um sítio onde vai na volta e ainda aprendemos coisas! c'um caraças!

Anónimo said...

http://chovechove.blogspot.com
João Gaspar, jure aí que não é o Plúvio.

anónima said...

eu não sou o joão gaspar, mas posso jurar que plúvio não é o joão gaspar, o pobrezinho já é o vítor, o juáo, o joao e meia dúzia de anónimos.

ananónimo said...

eu também acho que o joão gaspar não é o plúvio. o joão gaspar tem muito mais piada do que o plúvio, porque o plúvio, como o nome indica, só mete água. eu acho que ser o joão gaspar dá muito mais trabalho do que ser o plúvio. comparar o plúvio com o joão gaspar é como comparar o josé rodrigues dos santos com o james joyce.

Anónimo said...

Ignoro quanto trabalho dá ser João Gaspar, mas lá que o João Gaspar tem piada, isso tem, é dos melhores. A propósito, este post do velho que tinha é genial.
Por mim, ser o que sou é uma canseira do caralho; quanto mais se pretendesse ter graça.
José Rodrigues dos Santos? A bondade do ananónimo desvanece-me. Pois se já me contentava com o estro do Mantorras…
Sou o Plúvio e tenho O homem sem qualidades à cabeceira *. Não sei se Ulisses é tão fodido de ler.

E se vaidade não é isto, que é vaidade, afinal? Já sei: soltar um peido helicoidal, cozinhar-lhe a diegese e ganhar o Nobel.
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* Peço perdão, o homem sem qualidades tenho-o na cama quando lá estou; o que tenho na mesinha é a Sábado de quinta-feira passada.

ananónimo said...

caro plúvio, cada um tem na cama o que merece, já lá dizia o meu avô que era um homem sábio. eu, por exemplo, tenho uma mulher cheia de qualidades e predicados.

joão, desculpa lá estar a avacalhar isto, mas é irresistível...

anónima said...

um homem sem qualidades que mete água por todos os lados.

queres ser temporariamente meu correspondente?

DIZ QUE SIM

(e deixa-me o teu endereço de e-mail.)

João Gaspar said...

anónim@s que em vez de me insultar me exultam.

eis a prova de que - once again - falhei.

não, sergei, aqui não se aprende nada. apesar de parecer que há quem aposte no flirt.

Anónimo said...

Tu não existes. tens a certeza que queres que eu te insulte? tu nunca pensas antes de escrever?

João Gaspar said...

nunca penso antes de escrever, mas por outro lado também não penso depois de escrever.

eu não disse que queria nada. mas um anónimo ou cumpre com a sua função de anónimo e insulta, ou aqui este pobre que assina interroga-se sobre o que anda para aqui a fazer.


para que não haja confusões (parece que pelo menos um anónimo insiste nisto), para minha infelicidade e alívio do próprio, não sou o plúvio. quem ler duas ou três linhas de cada um, percebe-o. quem tiver bom gosto não está a ler este comentário portanto passemos à frente.

ah, e se eu tivesse nome de imperador romano, escolhia o confúcio.


e by the way, é um prazer, plúvio. abraço, ó manda-chuva.

Anónimo said...

És mt susceptível... se te insultar ainda choras. (já chega ou queres mais?parabéns pelo blog. bj)